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Christophe Dovat e sua admiração pela música brasileira

 

 

 

 

Desde que descobriu o seu interesse pela música, Christophe Dovat despertou também, o seu gosto pela música brasileira, a qual foi i apresentada por um de seus professores, quando ele tinha aproximadamente dezesseis anos de idade e vivia na região de Djon. Christophe nos contou que a musicalidade brasileira, o atrai de uma forma inexplicável, e este gosto fez com que ele desse inicio a uma busca incansável. Apesar das dificuldades na época, Christophe conseguiu alguns registros fonográficos em Paris de Bossa Nova, Jazz e outros.

 

 

O tempo foi passando e sua profissão de músico foi tomando um rumo. Paralelamente, ia colecionando o conhecimento pelas obras do país tropical, que só conhecia através da imprensa. 

 

De acordo com o artista, todo este processo,  levou um longo período de sua vida profissional, aprimorando o seu gosto e sua forma de tocar a música brasileira. “No inicio, apesar de gostar da música brasileira, mais precisamente do jazz, eu só tocava para os amigos… jamais em público” explica Christophe.  

 

 

Com o passar dos anos o músico francês foi-se aprimorando e começou a colocar em seus repertórios musicais os resultados da sua pesquisa, até que em 2009 foi convidado para ir ao Brasil, pelo diretor Marcelo Costa, responsável pelo Festival “I Love Jazz Festival” que se realizou em Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Ao chegar à terra multicultural, descobriu que lá, o som popular era outro, bem diferente daquilo que imaginava baseado em seus gostos e pesquisa, mas isto não fez Christophe mudar de idéias, continuou a sua busca e o gosto pelo jazz e resolveu incluír na gravação de seu novo CD – “Paris-Gadjos Clube” que será lançado em 2015, músicas de autoria de Jacob do Bandolin. 

 

  

Fotos: Louisa Monteiro – Brasileiros Sem Fronteiras

Paris, 18 de  Outubro 2014

 

 

 

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Uma Noite Intercultural Parisiense

 

 

 

Um noite especial para quem aprecia a boa música como comunicação universal, O Le Comedy Clube – Paris tem uma vasta agenda de concertos magnificos, esta segunda-feira, 13 de Outubro, o público teve o privilégio de assistir apresentação de três grandes artistas; Julia Sarr, afro folk & soul (Sénégal) FredSoul Page: piano e o brasileiro, abiano, Ze Luis Nascimento: percussão).

 

 Um público atencioso a cada apresentação …

 Clube de Comédia -« COMEDY CLUB) Noites Musicais de referência da boa música em Paris

 

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Francês

Une soirée spéciale pour tous ceux qui aiment la bonne musique , moyen de communication universel.Le Comedy Club de Paris dispose d’un vaste programme de magnifiques concerts, ce lundi 13 Octobre le public a eu le privilège d’assister à la présentation de trois artistes majeurs; Julia Sarr du Sénégal et son afro folk soul Fred Soul Page au piano  et le Brésilien, , Ze Luis Nascimento aux percussions.

 Le Comedy Club ; Nuits Musicales de référence de la bonne musique à Paris

 
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2a Edição do Festival do Rio Grande do Sul em Paris

 

 

 

 

Falta menos de um mês para realização da 2ª Edição do Festival do Rio Grande do Sul na cidade luz, que será realizado, de 10 a 12 de Outubro no salão de festas da Prefeitura anexa do 14o distrito, rua Pierre Castagnou, nº 12. l – Paris.

 

Para os apreciadores da vasta cultura brasileira poderá conhecer nos três dias do evento, “Um Brasil diferente” mais precisamente o lado europeu brasileiro e suas diversidades na música, pintura, dança, artesanato, filosofia entre outros. ~

 

Confira programação completa abaixo.


 2a Ed. Festival do Rio Grande do Sul de Paris


Sexta, 10.10.2014 


10h:30 – 12h:00 

Leitura do livro infantil bilíngue (francês/ português) « Símbolos do Rio Grande do Sul » – Escrito por Giovani Cherini e Roberto Rech, traduzido para o francês por Tanise Dreyer 

 

13h:00 – 15h:30  – I Seminário sobre a influência do Positivismo do filósofo francês Auguste Comte no Rio Grande do Sul e no Brasil (duração total 2h30)

 

1. Contribuição do Positivismo do filosofo francês Auguste Comte na formação política e cultural no RS e no Brasil

• Dr Michel Maffesoli , Filósofo e professor na « Université René Descartes » Palestra em francês sobre o « grand être » do filósofo francês Auguste Comte

2. Os positivistas ortodoxos brasileiros e a crítica da Guerra do Paraguai [1864-1870] 

• Dr.Mario Maestri, Professor, historiador, escritor do RS

3. A Influência do Positivismo na Maçonaria Francesa

• Dr. Arthur Aveline, Diplomado Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade do Vale do Rio dos Sinos RS.

4. A Religião da Humanidade

• Apóstolo Érlon Jaques de Oliveira, Diretor e Guardião do Templo da Religião da Humanidade.

5. Documentário  » O GUARDIÃO « , em português 

• Com Mestre Afranio Pedro Capelli

 

15h:45 – 17h:45 

Conferência: 25 anos do budget participativo

José Fortunati, Prefeito da cidade de Porto Alegre 

Anne Hidalgo, Prefeita da cidade de Paris (à confirmar)

Didier Antonelli, Assessor na prefeitura do 14° distrito de Paris, em cargo da participação do cidadão 

no orçamento participativo e na vida comunitária.

Pauline VERON, Assessora da prefeitura de Paris.

Nelson Dias – Presidente da Associação do desenvolvimento Local (IN LOCO)- Portugal, Consultor do 

Orçamento Participativo, escritor autor do “Esperança Democrática”– 25 anos do Orçamento 

Participativo no Mundo » 

 

18:00 – 20h:00 

Conferências: Atrativos turísticos e oportunidades de Investimentos no RS.

Lançamento do Pacote Turístico: RIO GRANDE DO SUL – UM BRASIL “DIFERENTE”

Abdon Barretto Filho Presidente da ABIH RS (Confirmado)

Tema: Turismo de Eventos e os novos Roteiros Turísticos no Rio Grande do Sul, inclusive o Turismo Paleontológico

 

Sexta, 10.10.2014

18:00 – 20h:00 

Pré- Lançamento do 20° Festival Mundial de Publicidade de Gramado e Prêmio Universitário

Jacques Bille; Ex Presidente de Associação das Agências de Conselho e Comunicação (AACC), e 

professor de Marketing ESP Escola Superior de Publicidade de Paris),Andressa Castro Martins, Diretora de relações internacionais da ALAP.

Jõao Firme, Secretario Geral da ALAP (Associação Latino Americana de Propaganda)

Jaqueline Dreyer- Presidente da Associação Sol do Sul e Representante da Alap na França e Europa

 

20:30 – 23h:00

Coquetel de abertura

Vernissage dos artistas: Renato Rodyner, Saionara Dreyer

Pré-apresentação de danças do conjunto folclórico « Os Riograndenses » 

 

CONCERTO

Rafael Ferrari (ritmo bandolim campeiro)

Ana Lonardi (voz) & Djâmen Farias (violão)

Christian Silva (violão)

Sábado, 11.10.2014

 

13h:00 – 14h:30 

Filme « Casa Elétrica » de Gustavo Fogaça

14:30 – 16h:30 

História do Rio Grande do Sul e algumas das suas imigrações

Luis Augusto Fischer, Professor de Literatura Brasileira na Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

(UFRGS) e escritor. 

 

As comemorações dos 190 anos da imigração alemã

Romar Rudolfo Beling, Jornalista e editor, representante do presidente da comissão oficial e executiva das comemorações dos 190 anos da imigração alemã no RS e diretor do site  Brasil/Alemanha. 

O Surgimento do Movimento Tradicionalista Gaúcho no Brasil, RS e no Mundo

Loiva Lopes, Presidente da Federação Tradicionalista Gaúcha do Planalto  Central,FTG-PC- Brasilia

As influências francesas e dos imigrantes nas danças tradicionais  Jefferson “Dom” Camillo, professor e coreógrafo de vários grupos de danças gaúchas tradicionais.

 

Documentaire : Porto Alegre meu canto no mundo

16h:30 – 18h:30

Oficinas de danças tradicionais gaúchas, de música e instrumentos, preparação de chimarrão e de churrasco. 

Apresentação de danças do conjunto folclórico « Os Riograndenses »

 

 

Sábado, 11.10.2014

18:30 – 20:30 h

Concerto do Christian Silva (violão)

Encerramento com um bailão

 

Domingo, 12.10.2014

10:30 – 16:30

Domingo convivial em torno das tradições gaúchas e música tradicional

Stade Elisabeth – Porte d’Orleans Paris

7 Avenue Paul Appell 75014 PARIS – M° Porte d’Orléans, ligne 4

 

Esportes

Concursos de bocha (França, Brasil e Portugal)

Churrasco: reservação antecipada. Tarifa: € 20,00

Caminhada Farroupilha

Encerramento do evento

Atividades permanentes

Exposição e vendas de livros

 

Fotografia:

Leonid Streliaev: « Impressões do Rio Grande do Sul »

Dulce Helfer: “Um olhar sobre as paisagens e os artistas do Rio Grande do Sul”

Adriano Becker: « Biodiversidade: Nosso Pampa desconhecido” da Fundação Zoo-Botânica do RS

Pintura: Renato Rodyner, Saionara Dreyer, Escultura: Renato Rodyner, Caricatura: Marcelo Lopes de Lopes

 

Cantinho gaúcho

Espaço tipicamente decorado com as tradições gaúchas.

Você pode tomar seu chimarrão,escutar musicas, obter conhecimentos básicos sobre o preparo do churrasco brasileiro, escutar contos, historias e declamações, alguns vocabulários gaúchos.

 

Espaço esportivo 

Apresentação do Esporte Clube Internacional, sua história, suas curiosidades. 

Uma maquete tátil e atualizada do estádio estará disponível durante o festival. 

 

Espaço de informações turísticas

Promoções das regiões e cidades do Rio Grande do Sul, hotéis e serviços.

Lançamento do pacote turístico “Descobrindo um Brasil Diferente”: uma viagem de 12 dias  numa atmosfera de tradições, regionalismo com muita emoção.

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2ème édition du Rio Grande do Sul festival à Paris 

 
Dans moins d’un mois aura lieu la 2ème édition du festival Rio Grande do  Sul, dans la cité de la lumière, qui se tiendra du 10 au 12 Octobre à la salle des fêtes de l’annexe de la  Mairie du 14e arrondissement, 12 rue Pierre CASTAGNOU  PARIS XIV
 
Pour les amateurs de la vaste culture brésilienne 
Vous aurez loisir de connaître durant 3 jours ; »Un autre Brésil »,  et plus précisément le côté brésilo-européen avec ses diversités dans la musique, la peinture, la danse, l’artisanat, la philosophie, entre autres. 
 
Consultez l’horaire complet

http://www.soldosul.fr/2%C3%A8me-festival-du-rio-grande-do-sul-de-paris-2014/programme/) « 
 

 

 

 

 

 

 

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192 Anos de Independência do BRASIL

 

 

A Embaixada do Brasil em Lisboa, comemorou nesta, sexta-feira, 5 de Setembro, 192 Anos de Independência do Brasil do Império Português. « Independência oficializada  em 7 de setembro de 1822 ». A tradicional festa ocorreu no jardim da casa do Embaixador do Brasil em Portugal, Mário Vilalva, a mesma contou com a presença, de autoridades portuguesas, estrangeiras e dezenas de convidados. 

 

O Embaixador fez um breve discurso, falando do crescimento do Brasil em vários aspectos e mencionou o sucesso da realização do Mundial Copa do Mundo 2014. Finalizou agradecendo a participação de todos que contribuíram para realização do evento, bem como a presença dos convidados que ajudaram abrilhantar a noite quente da sexta-feira lisboeta.

 

Comida, Bebida & Música

 Após o discurso do Embaixador Mário Vilalva, os convidados desfrutaram para além de ambiente aconchegante decorado a caráter com o tradicional verde amarelo “cores da bandeira do Brasil” degustaram das iguarias da culinária brasileira; entre as diversas iguarias  de bebidas  e comidas, a procura incessante foi para o famoso acarajé baiano e a clássica caipirinha a base de limão, açúcar, cachaça e  gelo.

 

Mas  como em toda festa a comunicação universal está presente, esta seguiu seu ritmo. Subiu ao palco a artista portuguesa Wanda Aturt, com seu “look” colorido, apresentou aos convidados um repertório bem heterogêneo; composições de Tom Jobim, Vinicius de Moraes entre outros.

 

 

Os adeptos do samba aplaudiram e dançaram embalados pelo Grupo Brasileiro; Dono Zefa.

 A música como linguagem universal, através do samba Dona Zefa, fez adultos e crianças tirarem o pé do chão e mostrar aos demais convidados que o toque do pandeiro brasileiro faz vibrar corações, independente de nacionalidade. 

 

COVIDADOS

 

Renato; Silvia, Edna & Claudio

 

Melissa, Ana, Alexandre & Humberto

 

 

Uma decoração VERDE AMARELO 

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Rio Grande do Sul em Paris 2014

 

 

Será realizado em Paris, de 10 a 12 de Outubro a 2ª Edição do Festival do Rio Grande do Sul de Paris. O evento será realizado pela a Associação Sol do Sul sendo o principal foco, apresentar a cultura do Rio Grande do Sul, tais como dança, gastronomia, música entre outras.

 

Jaqueline Dreyer, presidente da Associação Sol do Sul, organizadora do Festival, “vive em Paris há 15 anos”, falou sobre a importância da realização do evento.

 Com a realização do Festival do RS de Paris mostramos uma parte do Brasil  pouco conhecida na França, eu diria também na Europa em Geral. O Sul do Brasil, também é conhecido, como a Europa dentro do Brasil, pelas suas, quatros estações bem definida, assim como a região que mais recebeu as imigrações europeias, entre elas;  Alemanha, Portugal, Itália, Polônia, Holanda… ”.  Jaqueline acrescentou ainda, que para além de trazer um pouco da cultura de sua terra natal para a cidade luz, Paris ver no evento a oportunidade de apresentar um Brasil diferente do circuito quotidiano, apresentando um pouco da história, destacando a importância dos imigrantes europeus que deixaram sua marcas, suas contribuições para o desenvolvimento e crescimento da região.

 

Através deste Festival, promovemos novas oportunidades de descoberta do Brasil, que é em torno de 14 vezes maior que a própria França. O festival apresenta uma  visão da região Sul, igualmente nos aspectos: culturais, sociais, turístico, político, econômicos etc. “

Um pouco de história: “Alguns pensam que no Sul do Brasil somos Argentinos  e que falamos Espanhol”. Jaqueline afirma que este será um contesto a ser mais esclarecido.  “A região  Sul do Brasil faz parte do Brasil e falamos a língua oficial Portuguesa ou seja existe uma identidade própria. Muitos hábitos são parecidos, mas cada um têm as suas originalidades, particularidades a  serem consideradas”.

A organizadora da 2ª Edição Festival do Rio Grande do Sul de Paris finaliza com mais esclarecimento sobre Região que será abordado nos três dias do evento. A região Sul do Brasil, afirma Jaqueline Dreyer, “Esteve durante 10 anos, entre 1835 e 1845, em guerra com a famosa  Revolução farroupilha, também  chamada Guerra dos Farrapos que, reza a história, foi a revolta mais longa da historia brasileira. Muito temos a compartilhar com o mundo sobre essa região brasileira, cheia de riquezas”.

O evento conta com a presença de autoridades políticas do Brasil bem como artistas e palestrantes brasileiros e franceses.


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2ème Festival édition du Rio Grande do Sul Paris

 

Se tiendra à Paris, les 10-12 Octobre la 2e édition du Festival Rio Grande du Sud. L’événement organisé par l’Association  Soleil du Sud a pour objectif principal, la présentation de la culture du Rio Grande du Sud comme la danse, la cuisine, la musique et plus encore.

Jacqueline Dreyer, présidente de l’Association du Soleil du Sud, organisatrice du Festival depuis 15 ans, parle de l’importance de l’événement.

« Le programme du Festival de Paris veut montrer une facette peu connue du Brésil en France, mais aussi en Europe en général.

Le Sud du Brésil, est également assimilé comme étant l’Europe intérieure du Brésil, avec quatre saisons bien définies, ayant reçu une immigration européenne, y compris d’ Allemagne, du Portugal, d’Italie, de Pologne, du Pays-Bas … « .

 Jacqueline a également ajouté que, en plus d’apporter un peu de la culture de son pays natal dans la ville de lumière, Paris ; elle veut voir dans l’événement l’occasion de présenter un circuit différent tous les jours au Brésil, avec un peu d’histoire, en soulignant l’importance des immigrants européens qui ont laissé leurs marques, leurs contributions au développement et à la croissance de la région.

«Grâce à ce festival, nous favorisons de nouvelles opportunités pour la découverte du Brésil, qui est d’environ 14 fois plus grand que la France elle-même. Ce festival présente une vision du Sud du Brésil, également dans ses aspects: culturels, sociaux , touristiques, politiques, économiques, etc….. « 

Un peu d’histoire: «Certains pensent que nous sommes dans le Sud du Brésil proche de l’Argentine et donc de langue espagnole. » Jaqueline indique . « La région du Sud du Brésil fait partie intégrante du Brésil  donc où le portugais est la langue officielle avec son identité propre. Beaucoup d’habitudes sont similaires, mais chacun a gardé son originalité, avec des caractéristiques propres à prendre en considération « . 

L’organisatrice du Festival précise que les débats sur le Sud du Brésil se dérouleront sur trois jours La région du sud du Brésil, dit Jacqueline Dreyer, « était pendant 10 ans entre 1835 et 1845, en guerre avec la fameuse Révolution Ragamuffin, aussi appelée guerre de friperie qui   était la plus longue révolte dans l’histoire du Brésil. Ont beaucoup à partager avec le monde de cette région brésilienne pleine de richesses « . 

L’événement se déroulera en présence des autorités politiques ainsi que des artistes en provenance du Brésil et des médias brésiliens et français.

 

 

Tradução; Bruwier, Patrick

 

 

 

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2ª Edição do Festival do Rio Grande do Sul de Paris

 

 

 

 

Associação Sol do Sul “Franco Brasileira” – Realiza em Paris do dia 10 a 12 de Outubro de 2014, a 2ª Edição do Festival do Rio Grande do Sul de Paris. O evento acontecerá na Sala de Festa da Prefeitura do 14eme de Paris – Rua Pierre Castangnou, 12 – 75014. Tem como principal objetivo promover a região sul, tornando assim, o sul brasileiro mais próximo da Europa. 

 

O Festival conta com uma vasta programação cultural, onde será mostrado entre outros, a cultura da região através da música, exposição de arte dança e turismo. 

  O evento conta com a presença de autoridades e palestrantes, brasileiros e franceses, onde os mesmos falarão das ligações interculturais.

 

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2ème édition du Rio Grande do Sul Festival de Paris – Un autre Brésil.

 

L’Association Soleil du  Sud « Franco Brésilienne » – La  2eme édition du  festival  “Rio Grande Do Sul”se tiendra à Paris le 10 et 12 Octobre 2014, . L’événement aura lieu dans la salle de la préfecture de Paris dans le 14 eme arrondissement , au 12 Rue Pierre Castangnou 75014 Son objectif principal est de promouvoir la région du sud du Brésil, et ainsi la rapprocher de l’Europe.

 

Le Festival a un vaste programme culturel, où seront présentés, entre autres, la culture de la région à travers la musique, la danse , les arts ainsi  que le tourisme

L’événement sera suivi par les autorités brésiliennes et  françaises, où l’on parlera de rapprochement interculturel.

 

Cette deuxième édition du Festival, “Rio Grande Do Sul” entend poursuivre son but : montrer un autre Brésil, et faire connaître aux invités la valeur  historique  de l’événement ainsi que les caractéristiques de chaque région.

 

 

Artigo; Edna Abreu

Ttradução; Patrick Stephan

 

 

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Forró brasileiro as margens do Sena – Paris

  

Os dançantes são europeus, mais especificamente franceses, mas a música, é genuinamente brasileira; Forró Pé de Serra do ilustre e saudoso nordestino, Luiz Gonzaga “Rei do Baião” que ao longo de sua vida, cantou o tocou acordeom do Brasil para o mundo.

 

 

 

 

 

A música brasilera, seu ritmo, letra e melodia atravessou franteiras e por onde chega marca de uma forma ímpar com sua alegria….ritmos que leva seus admiradores a se integrarem de uma forma linear…

 

 

Passa a passo os casais vão se embalando ao so de mais uma canção de Gonzaga !

A Vida do Viajante/Luiz Gonzaga/ Minha vida é andar por esse país/Pra ver se um dia descanso feliz /Guardando as recordações/Das /terras por onde passei/Andando pelos sertões/E dos amigos que lá deixei / Chuva e sol /Poeira e carvão / Longe de casa / Sigo o roteiro / Mais uma estação / E a alegria no coração…

 
 

Para além dos dançantes do Forró do Brasil, admiradores curtem o momento admirando os passos … ouvindo cada cançã com entusiasmo de uma forma bem descontraida…

 

 

 O francês Filipe  Frias –  » Há  5 anos divulgo o Forró emParis, sou admirador, apaixnado pela música brasileira em especial o Foró … » Declarou  Filipe  entusiasmado em seu evento as margens do Rio Sena- Paris.

 

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O Brasil nunca foi o país do futebol

 

  

O mundo inteiro sabe ou já ouviu falar sobre a paixão do brasileiro pelo futebol e como isso se entranhou na formação de sua identidade nacional.  Aliás, este esporte é uma das poucas coisas no Brasil que deu ao povo a chance de ter a consciência absoluta de que em alguma atividade faziam parte do Primeiro Mundo. Estufar o peito e dizer: Temos o maior futebol do mundo.

 

Porém, para o colunista e apresentador esportivo, Juca Kfouri, o Brasil nunca foi o país do futebol. “Essa é uma mentira que nós gostamos de dizer para nós mesmos. E a prova disso não é uma questão de opinião, mas de olhar pesquisa. Toda e qualquer pesquisa que se faça no Brasil sobre tamanho de torcida, entre 27% a 28% dos entrevistados afirmam não se interessar por futebol. Em segundo lugar, vem a torcida do Flamengo. Em terceiro, a do Corinthias. Em quarto, a do São Paulo e em quinto e sexto brigam palmeirenses e vascaínos.”, afirma o colunista.

 

Para o apresentador, se esta mesma pesquisa fosse feita na Argentina iria revelar outro placar: Em primeiro lugar, os torcedores do Boca Juniors. Depois, a torcida do River Plate e, na terceira posição, pessoas que não se interessam por futebol.

 

Com relação à média de público mundial, o Brasil ocupa a 18ª posição, atrás, até mesmo, da Segunda Liga do futebol alemão.

  

Fonte: PLURI Sportdata

“O Brasil teve sim a maior produção de craques por metro quadrado do mundo de 1950 até meados de 1980. E esse fato fez com que a ideia que os ingleses venderam do jogo bonito (beautiful game) tomasse conta de tal forma do imaginário da população que, em pouco tempo, o Brasil passasse a ser tratado como o país do futebol.”, revelou Kfouri.

 

Atualmente, a grande ameaça para quem entende de bola não tem nada a ver com o legado da Copa de 2014, ou se o Brasil será ou não hexacampeão. O que preocupa é observar o retorno paulatino desse esporte à elite do futebol e não à elite que joga futebol. 

Jogo bonito. Trazidos pelos ingleses, no final do século XIX, o esporte bretão, inicialmente, estava longe de ser uma atividade ligada à massa. Era algo da e para a elite. A presença de negros, pardos e pobres sequer era cogitada.  

A partir de 1917, os clubes começaram a aceitar a presença de negros nas partidas. Por sua vez, os jogadores brancos criaram uma regra para as faltas em campo: se um branco cometesse falta violenta contra um jogador negro, o juiz apenas marcaria a falta e o jogo seguiria normalmente. Mas se um jogador negro cometesse uma falta idêntica contra um jogador branco, o juiz, além de apitar a falta, daria ao branco o direito de revidar a violência sofrida, antes de cobrá-la. Porém, para se livrarem das faltas, os jogadores negros adaptaram a ginga das senzalas para o gramado. Daí surgirem no campo os “dribles” que tanto encantaram os ingleses e fizeram com que reconhecessem nosso estilo de jogo como  beautiful game.

 

Dentre as várias imposições da FIFA, os estádios brasileiros diminuíram de tamanho e foram rebatizados de Arena (Arena da Baixada, Amazônia, Pernambuco, Fonte Nova, Pantanal e São Paulo). Tudo com o claro propósito de corresponder às normas internacionais. Essas arenas são responsáveis pelo notório branqueamento das arquibancadas, uma vez que o preço dos ingressos é impraticável para as classes mais pobres, onde se concentram o maior número de negros e mestiços.

Arena (areia em latim) era um espaço, onde havia combates entre gladiadores e cristãos eram devorados por leões. A areia era espalhada pelo chão a fim de que o sangue fosse absorvido. 

                           

Será que vamos nos tornar o país do futebol pós Copa do Mundo?

De um lado a CBF. Por outro, a falta de política esportiva no País e a ausência do Ministério dos Esportes. Enfim, não faltam motivos para deixar o Brasil, atualmente, longe do cobiçado título de ser o país do futebol. 

Para o diretor de Jornalismo da ESPN e uma referência do jornalismo brasileiro, José Trajano, “nós já tivemos os grandes jogadores do futebol mundial na época de Garrincha, Pelé e Didi. Hoje, temos clubes falidos, estádios vazios e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que comanda o futebol brasileiro, nem um pouco preocupada com o destino dos jogadores, dos times e dos torcedores. A CBF se preocupa em faturar e muitos de seus dirigentes em se locupletarem do futebol.”, afirma o diretor da ESPN.

Trajano chegou a estabelecer uma comparação com a nossa vizinha, Argentina, que tem uma população muito menor que o Brasil, mas produz muito mais craques Segundo ele, raramente uma grande equipe da Europa não tem um bom jogador argentino. 

Já na opinião do experiente jornalista João Máximo, o Brasil “pisou na bola” ao ter perdido sua força política no futebol mundial. “Curioso é que o Brasil começa a perder essa força política exatamente, quando um brasileiro consegue uma façanha que é tornar-se presidente da FIFA e retirar a entidade que controla o futebol mundial das mãos do inglês Stanley Rous.”

Extremamente sagaz, Jean-Marie Faustin Goedefroid Havelange, ou simplemente João Havelange, carioca, filho de pai belga e ex-medalha de bronze na natação nos jogos Pan-americanos de 1955 conseguiu conquistar nações não européias ao descobrir que o voto para eleger o presidente da FIFA era unitário. Foram três anos de campanha e promessas, como aumento de vagas na Copa do Mundo, o que interessava especialmente as entidades africanas e abertura para o antigo bloco socialista. 

Máximo trás á tona uma passagem interessante sobre o porquê de Havelange querer se eleger presidente da FIFA. 

“Estava na Inglaterra na Copa de 1966 e Havelange já era o chefe da delegação brasileira pela primeira vez. Lá, ele percebeu a política da FIFA e o quanto ela poderia se tornar um negócio multimilionário. Nas Copas de 58 e 62, ele nem foi à Suécia nem ao Chile. João Havelange não tinha a ver com o futebol e transformou a entidade em uma mina de ouro.”, conta o jornalista. 

Diferente do que se poderia pensar com a presença de um brasileiro à frente do controle do futebol mundial por 24 anos (1974-1998), o Brasil só ganhou a Copa de 1994, mas a entidade acumulou um patrimônio avaliado em US$ 4 bilhões, subindo o número de participantes em Copas do Mundo de 16 para 32 seleções, atraindo a atenção de todas as televisões e elevando o valor do patrocínio. 

            

Artigo  baseada no debate entre Juca Kfouri, João Máximo e José Trajano no Placar Literário da Bienal do Livro 2013.

 

Artigo & fotos De: Ana Crys Tavares – rio de Janeiro – Brasil

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Diante do Trono – Turnê Europa 2014

 

 

 

O grupo de música gospel brasileira, “Diante do Trono”  – Louvor e Adoração, iniciou seu tournée  europeia  em Lisboa, sábado, 21 /06 com a presença de centenas de  pessoas que vieram conferir de perto o sucesso do grupo mineiro.

 

A festa na capital portuguesa foi realizada no Meo Arena e teve para além de um extenso repertório musical, ensinamentos bíblicos por Gustavo Bessa, que alertou sobre os problemas da crise económica e a forma de resolver, buscando na Bíblia o cumprimento das promessas de Deus para aqueles que clamam.  

 

A vocalista do grupo Ana Paula Valadão, agradeceu o carinho de todos que o receberam e disse que foi nesta terra, que ouviu pela primeira vez há vinte e dois anos, que iria levar a palavras de Deus para nações. Em ato profético, Ana Paula se ajoelhou no palco e cantou a música “ Preciso de Ti” “Preciso de Ti /Preciso do Teu perdão / Preciso de Ti/ Quebranta meu coração//Como a corça anseia por águas, assim tenho sede /Como terra seca, assim é a minh’alma / Preciso de Ti …” canção esta, que deu inicio ao trabalho que hoje realiza em diversos países junto com seu marido, Gustavo Bessa. 

 

 

Diante do Trono fez mais uma apresentação em terras lusitanas, na cidade de Fafe e seguiram viagem para mais sete países do velho continente. 

 

 

AGENDA EUROPA  2014 

Dia, 25/6 – Londres, Inglaterra, 27/6 – Bruxelas, Bélgica, 29 e 30/6 – Gelsenkirchen, Alemanha, 02/7 – Helsinki, Finlândia, 03/7 – Tampere, Finlândia e 05/7 – Paris – França.

 

 

 

 

 

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Sesimbra, a cidade do samba em Portugal

 

 

 

Na década de 70, as telenovelas da TV Globo foram o principal canal de propagação da música popular brasileira, em Portugal. Gabriela Cravo e Canela, a primeira telenovela exibida no país, trouxe ao conhecimento do grande público a voz da cantora Gal Costa. Nesse mesmo período, impulsionado pelo jornalismo musical protagonizado pelo Semanário Se7e, surge um mercado de espetáculos ao vivo que se irradia pela década de 80 em diante, e possibilita a inserção de um grande número de artistas brasileiros no cenário musical português.

 

Esse movimento levou aos palcos portugueses músicos como Edu Lobo, Ivan Lins, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Baden Powell, Luís Gonzaga, Alceu Valença, Gonzaguinha, Egberto Gismonti, Fafá de Belém, Roberto Carlos dentre outros. No entanto, esse consumo  não se limitou  aos nomes consagrados da MPB ou da Bossa Nova. O estabelecimento de  uma cena musical foi reforçado, principalmente, com  o surgimento de circuitos menos elitistas como os da musica brega e sertaneja.  Consideremos, ainda, mesmo que em menor escala,  o movimento das escolas de samba portuguesas que somam hoje cerca de 40 agremiações, onde se destacam o tradicional carnaval de Ovar e Estarreja (região centro-norte)  e ao sul, o samba de  Sesimbra.

 

A cena musical que engloba esses circuitos, me parece um campo fértil para algumas perguntas: Qual musica brasileira estamos tratando como hegemônica no cenário musical português ,  quem é este “ser brasileiro” no imaginário português. 

 

Assim, a convite de alguns sambistas de Sesimbra, peguei o autocarro e fui conhecer as praias e me acabar nos frutos do mar dessa pequena cidade, a 30 Km ao Sul de Lisboa. Aí, deparei-me com o universo do samba em Portugal, agora comandado por portugueses e brasileiros luso-residentes. São batuqueiros, sambistas, partideiros, ritmistas e passistas de além-mar que, no período de Momo, com temperaturas nada convidativas para eventos na rua, fazem um belíssimo carnaval de norte a sul do país. Descobri que esses caras não são ruins da cabeça e muito menos doentes do pé.

 

Sambe, você está em Sesimbra! Ao final de dois dias na companhia de pessoas muito atenciosas me convenci que esta seria a frase  para um  cartão-postal da cidade. A verdade,  é que é difícil não se  encontrar um disco de samba numa casa sesimbrense. O samba esta no ar, mesmo que não esteja sendo tocado nas esquinas.

 

Para além das belezas naturais e da gastronomia, em Sesimbra encontra-se a mais antiga escola de samba de Portugal, a Grêmio Recreativo Escola de Samba Bota no Rego, fundada em 1976. Paulo Soromenho, ritmista, membro da diretoria da escola e meu anfitriao nos conta que o mar, a gastronomia e o jeito despreocupado do povo é muito parecido com o comportamento do carioca. Relata que, em outros tempos, artistas brasileiros como Maysa, Baden Powell, Caetano Veloso, Vinicius de Moraes, Elis, Paulo Sergio Santos, Agua de Moringa, frequentavam  a cidade atraídos por esse jeito do sesimbrenses. Desse período, ressalta ainda, com orgulho, a visita de Dona Zica, viúva do compositor Cartola e as animadas rodas de samba nos bares da cidade. Para o sambista, essa é a origem das primeiras escolas de samba de Portugal. 

 

E não para por aí o sentimento de pertencimento dos moradores ao mundo do samba carioca. Soromenho afirma que Sesimbra é cidade irmã do Rio de Janeiro. Esse vínculo é alimentado por visitas anuais dos membros da Bota ao Brasil para a compra de fantasias, instrumentos e participação nos ensaios das escolas de samba cariocas.

 

A preocupação em estreitar laços com a cultura do samba do Rio, a Bota passou a realizar workshops e concertos com compositores e ritmistas cariocas. Em 2009, esteve em Sesimbra a cantora e compositora de samba Ana Costa e, em 2010, os percussionistas Gabriel Policarpo – primeiro repique da Escola de Samba Viradouro de Niterói – e Bernardo Aguiar, parceiros no projeto Pandeiro Repique Duo (PRD). 

 

A pequena cidade guarda ainda outro refúgio do samba em Portugal, o Quilombo Santiago.  O espaço, decorado em verde e rosa, tenta reproduzir os barracos do famoso morro de Mangueira. Em meio a fotografias de compositores mangueirenses espalhadas pelas paredes, seu proprietário, o português, filho de brasileiros, Reinaldo Nunes, promove concorridas noites de samba, caipirinha e feijoada para um público seleto convidado pessoalmente pelo anfitrião. Por lá, já passaram músicos brasileiros em turnê por Portugal como Marcos Sacramento, Marco Suzano dentre outros. “Na casa de todo sesimbrense é mais fácil você encontrar discos de samba do que de música portuguesa”, afirma Nunes.

 

Artigo e Fotos

Claudia Góes – Jornalista e Etnomusicóloga